https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/issue/feed STUDIES IN HEALTH SCIENCES 2024-02-24T17:57:48+00:00 Profa. MSc. Barbara Bonfim [email protected] Open Journal Systems <p>The journal STUDIES IN HEALTH SCIENCES (SHS) is an innovative option for the academic community, as it will bring scientific information in the <strong>area of ​​Health</strong>, aimed at improving the quality of Teaching, Scientific Research and Health Care.</p> <p>SHS DOI prefix: <strong>10.54022</strong></p> <p>ISSN: <strong>2764-0884</strong></p> <p>Area of ​​knowledge: <strong>Health</strong></p> https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2109 Realização de tireoidectomia total: complicações relacionadas a retirada das glândulas paratiróides 2023-12-28T13:28:39+00:00 Thiago Cavalcante Ribeiro [email protected] Mateus Rodrigues Linhares [email protected] Arthur Vinicios Araújo de Souza [email protected] Munike Tomazini dos Reis [email protected] Matheus Felipe Bueno [email protected] Patrik Tomazini dos Reis [email protected] Thais Castro dos Santos [email protected] Laylla Amaral Santos [email protected] Luís Fernando Farias de Paula [email protected] Gustavo Anthony Pereira de Toledo [email protected] Ana Clara Neri Ávila Baleeiro [email protected] Mariana Vilas Boas do Prado [email protected] Maria Eduarda Marquez Almeida [email protected] Maria Júlia Rodrigues Silva [email protected] Elisa Alves Corrêa Neiva [email protected] Giovanna Lyssa de Sousa Crozara [email protected] Hugo Oliveira Mesquita [email protected] Artur Franco Pinto [email protected] Isabella Rodrigues Ribeiro [email protected] Felipe Cavalcanti Sampaio Antunes Pieroni [email protected] <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">A tireoidectomia total consiste na retirada total de todo o tecido tireoidiano, lobo direito, lobo esquerdo e o istmo, que é a ponte entre ambos os lobos. Sabe-se que a retirada total da glândula tireóide está entre os procedimentos cirúrgicos mais frequentemente realizados. Associado a tireoidectomia total, um evento frequente é a remoção incidental de todas as quatro paratireóides, o que causa um desequilíbrio permanente nos níveis de cálcio e fósforo, devido a instalação do quadro de hipoparatireoidismo. Dessa forma, com o crescente corpo de literatura sobre a realização de tireoidectomia total, e suas complicações relacionadas a retirada das glândulas paratireóides, foi possível a realização de uma revisão integrativa de literatura por meio da plataforma pubmed, com seleção e análise criteriosa dos artigos, a fim de revisar e analisar as evidências atuais sobre o impacto da tireoidectomia total associada a retirada incidental das glândulas paratireóides. Nesta revisão foi identificado que a complicação mais comum relacionada a perda das paratireóides é a instalação do quadro de hipoparatireoidismo, que tem como fatores de risco a lesão e a desvascularização ocasionada na tireoidectomia. Associado a isso, outro quadro bastante comum é a hipocalcemia, que pode apresentar de maneira transitória ou permanente. Portanto, a realização de tireoidectomia total requer bastante cuidado, técnica e atenção, pois mesmo profissionais experientes estão sujeitos a realizar uma paratireoidectomia acidental junto com a retirada da glândula tireóide. Logo, medidas para preservação da paratireóide durante a realização da tireoidectomia total se faz necessária, como o uso de autofluorescência no infravermelho próximo (NIR-AF), que faz a identificação das glândulas paratireóides (PGs) baseada no infravermelho próximo durante a tireoidectomia.</span></p> 2023-12-28T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/1949 An initial study on common concrete, titanium dioxide and tungsten dioxide for shielding of a standard external photon beam radiotherapy room 2023-12-06T13:07:02+00:00 Cecília Borges Moreto [email protected] Eduardo de Paiva [email protected] <p>High-energy ionizing radiations have several applications including the treatment of various types of cancer. Advanced techniques such as IMRT (Intensity Modulated Radiation Therapy) and VMAT (Volumetric Modulated Arc Therapy) using high-energy photon beams have been largely used for radiation therapy of cancer. An important issue in radiotherapy is the evaluation of the shielding of the walls of the facility room housing a linear accelerator that produces high-energy photon beams. In this study we performed an estimation of the thicknesses of a standard radiotherapy room considering three different materials: common concrete, titanium dioxide (TiO<sub>2</sub>) and tungsten dioxide (WO<sub>2</sub>). It is assumed that patients are treated with photon beams of energies varying from 4 to 30 MeV and considering two types of treatments, only conventional and conventional plus IMRT and VMAT treatment. Results have shown an overall growth of thicknesses with energy, workload, area and type of treatment. At 1,000 Gy/week and 30 MeV photon energy the primary barrier thickness using concrete as the shielding material showed to be substantially higher as compared to TiO<sub>2</sub> (143%) and WO<sub>2</sub> (1,360%). Results have also indicated an overall linear increasing of volumes with the area used to construct the facility room.</p> 2023-12-28T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 STUDIES IN HEALTH SCIENCES https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2115 O uso dos incretinomiméticos no tratamento da obesidade: uma revisão de literatura 2023-12-28T16:01:36+00:00 Mateus Rodrigues Linhares [email protected] Arthur Vinicios Araújo de Souza [email protected] Franciely dos Passos Pereira [email protected] Nathan Henrique Chaves Rosa [email protected] Munike Tomazini dos Reis [email protected] Matheus Felipe Bueno [email protected] Patrik Tomazini dos Reis [email protected] Clara Borges Oliveira Guimarães [email protected] Mateus Biola Melo Pereira [email protected] Liandra Rodrigues Azevedo de Bessa [email protected] Gabrielle Lorrane de Oliveira Vieira [email protected] Zagma Danilli Barros Collins [email protected] Vanessa Aparecida Carvalho Santos de Castro [email protected] Laylla Amaral Santos [email protected] Hugo Oliveira Mesquita [email protected] Artur Franco Pinto [email protected] Luís Fernando Farias de Paula [email protected] Felipe Cavalcanti Sampaio Antunes Pieroni [email protected] Giovanna Lyssa de Sousa Crozara [email protected] Taísa Fortes Santos Franklin [email protected] <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">A obesidade é uma complicação mundial e está aumentando sua prevalência a cada tempo que passa, acarretando sérias implicações para indivíduos, sociedade e economia. Sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade, aumentando significativamente o risco de diabetes mellitus tipo 2 (DM2), doenças cardiovasculares (DCV), doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) e outras condições de saúde. Porém, apesar das opções terapêuticas disponíveis, muitos pacientes não alcançam as metas de peso ou até mesmo não conseguem controlar somente com mudanças de hábitos de vida para melhora de seus quadros. Dessa forma, está sendo analisado os agentes incretinomiméticos que são agonistas hormonais, conhecidos também como análogos do GIP e do GLP-1, onde têm se destacado como uma abordagem inovadora não somente para perda de peso, mas também para controle das síndromes metabólicas. Ele age de forma central e periférica, reduzindo a ingestão alimentar e do apetite, aumento da saciedade e diminuição do esvaziamento gástrico, afetando as células adiposas, o metabolismo ósseo e o sistema cardiovascular. Realizou-se uma revisão sistemática de literatura por meio da plataforma pubmed, com seleção e análise criteriosa dos artigos, a fim de elucidar os aspectos dos análogos incretínicos como modalidade terapêutica da obesidade. Nesta revisão foi identificada uma relação positiva no seu mecanismo de ação, estimulando a secreção de insulina, inibindo o glucagon e modulando o sistema nervoso autônomo, onde atua influenciando a regulação metabólica após a injeção subcutânea, melhorando de absorção alimentar e até mesmo no controle do apetite. A análise busca contribuir para um entendimento mais aprofundado dos benefícios, da sua eficácia, segurança e prognóstico visto que altera o contexto das síndromes metabólicas no contexto do controle da obesidade.</span></p> 2023-12-28T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2116 Uma abordagem comparativa entre as sulfoniluréias e as glinidas no tratamento da diabetes 2023-12-28T16:09:26+00:00 Arthur Vinicios Araújo de Souza [email protected] Mateus Rodrigues Linhares [email protected] Nathan Henrique Chaves Rosa [email protected] Munike Tomazini dos Reis [email protected] Franciely dos Passos Pereira [email protected] Matheus Felipe Bueno [email protected] Patrik Tomazini dos Reis [email protected] Laylla Amaral Santos [email protected] Laryssa Cardoso de Figueredo Rodrigues [email protected] Gustavo Anthony Pereira de Toledo [email protected] Maria Eduarda Marquez Almeida [email protected] Mariana Vilas Boas do Prado [email protected] Maria Júlia Rodrigues Silva [email protected] Elisa Alves Corrêa Neiva [email protected] Hugo Oliveira Mesquita [email protected] Artur Franco Pinto [email protected] Isabella Tavares de Paulo [email protected] Luís Fernando Farias de Paula [email protected] Felipe Cavalcanti Sampaio Antunes Pieroni [email protected] Giovanna Lyssa de Sousa Crozara [email protected] <p>O diabetes é uma das principais causas de morte globalmente, afetando um em cada onze adultos (463 milhões). Em 2019, 4,2 milhões de mortes e 10% dos gastos com saúde (760 bilhões de dólares) estavam relacionados à diabetes. O diabetes tipo 2 representa cerca de 90% dos casos, caracterizando-se por hiperglicemia crônica. O controle inadequado da hiperglicemia pode resultar em eventos vasculares graves e morte, mas com uma gestão adequada, esses eventos podem ser evitados ou retardados. Sendo observado que o número global de pessoas com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) está em crescimento, foram analisadas as terapias medicamentosas: sulfoniluréias e glinidas, que é uma abordagem comum no tratamento da diabetes. Contudo, a questão de ser mais eficaz ou menos eficaz do que outros medicamentos antidiabéticos para pessoas com DM2 permanece uma fonte de controvérsia, já que são hipoglicemiantes. Eles visam reduzir especificamente a glicemia, visando limitar a ativação compensatória desse sistema. A sua administração por via oral apresenta melhor adaptação e aceitação do público alvo em termos de custo e conforto. Realizou-se uma revisão sistemática de literatura por meio da plataforma pubmed, com seleção e análise criteriosa dos artigos, a fim de elucidar os aspectos dos medicamentos orais hipoglicemiantes como modalidade terapêutica da diabetes. Nesta revisão foi identificada uma relação positiva no seu mecanismo de ação, intermediado por&nbsp; ação dos canais de potássio sensíveis ao ATP, onde vão se fechar e resultando na despolarização da membrana e na liberação de insulina, melhorando o controle da hiperglicemia do paciente, com potencial para resultar em melhores resultados hipoglicemiantes e diminuindo assim os efeitos que a diabetes causa no organismo. A análise busca contribuir para um entendimento mais aprofundado dos benefícios e desafios do tratamento com sulfoniluréias e as glinidas no contexto da diabetes.</p> 2023-12-28T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2222 Cuidado em saúde: segurança do cliente no processo de parturição em maternidades públicas no Brasil 2024-01-08T15:02:22+00:00 Fabiane Ferreira da Silva [email protected] Joicy Mara Rezende Rolindo [email protected] Alessandra Patrícia Cardoso Tavares [email protected] Meillyne Alves dos Reis [email protected] <p>Objetivo: analisar o que há descrito na literatura científica, a qualidade da assistência materna e infantil e os fatores institucionais relacionados à segurança do paciente no Brasil. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, cuja busca ocorreu de março a setembro de 2023, nas bases de dados: Public/PublishMedline (PUBMED), Base de Dados de Enfermagem (BDENF), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Electronic Library Online (SciELO), e Web of Science, via Portal de Periódicos da CAPES por meio do acesso à Comunidade Acadêmica Federada (CAFe) por todos os pesquisadores. Resultados: Foram selecionados 10 artigos para a redação final. A partir da análise crítica e detalhada dos artigos emergiram as seguintes categorias: categoria A – Processo de parturição: o papel da equipe de saúde na promoção do cuidado seguro; e categoria B – A organização dos serviços de saúde nas maternidades brasileiras. Identificou-se ferramentas e métodos que auxiliam os profissionais de saúde na adoção de práticas seguras durante o processo de parturição, as dificuldades na implantação e implementação da SP, fragilidades estruturais e organizacionais dos serviços, bem como seus efeitos no cuidado em saúde materno infantil. Conclusão: Com a identificação dos pontos fortes e das fragilidades da SP nos serviços de saúde, em especial no cuidado materno infantil, é possível planejar ações de melhoria assistencial. A SP é um processo em construção nos serviços de saúde no país, que ainda se encontra escassa, necessitando para sua efetivação maior atuação dos gestores em saúde e das equipes multidisciplinares.</p> 2024-01-08T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2363 Um panorama sobre as principais afecções da saúde mental na população idosa 2024-01-19T14:28:42+00:00 Daiana Zubko Lucas [email protected] Márcio Robério Alves da Silva [email protected] <p>É possível entender o envelhecimento como um processo biopsicossocial intrínseco ao desenvolvimento humano, tende a representar um reflexo direto das relações sociais. O corpo jovem é relacionado à autonomia e obtenção de satisfação, por outro lado, a velhice é produto de alterações fisiológicas e bioquímicas complexas a culminar no comprometimento relativo e progressivo da autonomia individual, impactar no estilo de vida, saúde mental e a percepção individual quanto a sociedade e a si mesmo, e tal imagem não costuma ser objeto de anseio social. Sendo o envelhecimento populacional uma consequência às mudanças de indicadores de saúde, demanda-se um conjunto de modificações em políticas públicas galgando a robustez nos processos de promoção, proteção e democratização universalizada em saúde. Sob a ocelar da Geriatria, saúde do idoso pode ser apontada como a capacidade funcional máxima pelo maior tempo alcançável, entendendo que para as projeções das Nações Unidas, a população idosa aumentará de 3,1% em 1970 para 19% em 2050, o papel da Atenção Primária à Saúde-APS será cada vez mais determinante, uma vez que é o nível de assistência mais próximo dos idosos, sua realidade de vida, cotidiano individual e familiar, bem como das agruras mais prevalentes nesses indivíduos. As intervenções multidisciplinares são capazes de estabelecer um meio para que o acompanhamento dessa população seja mais eficaz, bem como pode auxiliar no processo terapêutico e preventivo, assim tornando o idoso um alvo de políticas de saúde promotoras da autonomia, participação social, e integralidade da assistência.</p> 2024-01-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2364 Óleos essenciais e aromaterapia aplicada à estética e bem-estar 2024-01-19T14:28:43+00:00 Stefani Natali Stoll [email protected] <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; letter-spacing: -.1pt;">Introdução: Os óleos essenciais são recursos terapêuticos amplamente utilizados na aromaterapia através da inalação, uso tópico ou uso interno e reconhecida como Prática Integrativa e Complementar. Consistem em moléculas aromáticas concentradas e provenientes de plantas que podem exercer efeito positivo sob a saúde emocional, física e estética. Objetivo: O objetivo do artigo foi resumir e discutir sobre os benefícios da aromaterapia nos âmbitos mental, emocional e físico (inclusive estético) e orientar sobre o uso seguro, precauções e efeitos adversos dessa terapia alternativa. Materiais e métodos: Realizou-se revisão da literatura através de busca nas bases de dados Pubmed e Scielo utilizando os termos de busca “aromatherapy AND essential oils AND health”. Resultados: Os óleos exercem efeitos benéficos a nível emocional como ansiolítico e relaxante (óleo de lavanda ou os cítricos laranja doce, capim limão, por exemplo), bem como efeitos estimulantes, como no caso dos óleos de alecrim e hortelã-pimenta. Também são bons auxiliares em afecções respiratórias e alérgicas como rinite, sinusite e efeito analgésico em cefaleias e dores de cabeça, contusões. Além disso, são eficientes na saúde estética na prevenção de estrias, celulites, manchas de pele, auxiliar em drenagem linfática, suavização de linhas de expressão, melasmas e acne. Conclusão: Embora os benefícios sejam notáveis, o uso de óleos essenciais exige cautela quanto a sua concentração/diluição, aplicação na pele ou inalação, pois seu uso inadequado pode causar efeitos adversos como fotossensibilização, alergias, coceira, vermelhidão e até mesmo feridas. </span></p> 2024-01-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2452 Indicações de cirurgia na Doença de Parkinson: análise abrangente de literatura 2024-01-26T14:03:28+00:00 Maria Clara de Paula Caetano [email protected] Laura Toledo Lopes [email protected] Kethleen Sunamita Dias Oliveira [email protected] Mayra Martins Barbosa de Moura [email protected] Lucas Nasciutti Curado de Castro [email protected] Isabella Cesar Carrijo [email protected] Amanda Karoline Almeida Alves [email protected] Haroldo de Sousa Cunha Júnior [email protected] Rafaela Aparecida de Oliveira Alves [email protected] Luma Rolla Santana [email protected] Leticia Caiado Madi [email protected] Gustavo Santana Naves [email protected] Ana Cristina Alves Gomes [email protected] Suzana Guimarães Celidonio [email protected] Aila Zittlau [email protected] Rafaella Karolliny Ferreira de Andrade [email protected] Caio Bueno Vieira [email protected] Ana Laura Rangel Gonzaga [email protected] Gabriela Lopes Dutra [email protected] Thiago Pugliesi Huss [email protected] <p class="Dadosautores">A Doença de Parkinson (DP) é uma doença neurológica que afeta os movimentos, causando tremores, lentidão, rigidez muscular, desequilíbrio, além de alterações na fala e na escrita. Essa doença ocorre por uma degeneração das células situadas numa região do cérebro chamada substância nigra. Inicialmente, deve-se começar com o tratamento medicamentoso, os quais são pautados na concentração presente de dopamina na substância nigra. Todavia, os tratamentos cirúrgicos transformaram o manejo da doença de Parkinson. As opções terapêuticas disponíveis para o manejo das complicações motoras da DP incluem estimulação cerebral profunda (ECP), procedimentos ablativos ou lesionais e dispositivos de infusão de medicamentos dopaminérgicos. Dessa forma, com o crescente corpo de literatura sobre o manejo e indicações de cirurgia na DP, foi possível a realização de uma revisão integrativa de literatura por meio da plataforma pubmed, com seleção e análise criteriosa dos artigos, a fim de revisar e analisar as evidências atuais sobre o tratamento e indicações de cirurgia para pacientes com Doença de Parkinson. Nesta revisão foi identificado que os medicamentos orais, dopaminérgicas e não dopaminérgicas, são a base do tratamento desta doença, sendo eficaz no início do tratamento. No entanto, com a progressão da doença e o uso crônico de terapias dopaminérgicas, os pacientes podem desenvolver flutuações motoras e discinesia. Portanto, opções cirúrgicas e outras opções de tratamento avançado devem ser consideradas para pacientes cujos sintomas não podem ser adequadamente controlados apenas com medicamentos orais. Os tratamentos avançados são considerados quando flutuações motoras incômodas se tornam refratárias a mudanças nos medicamentos orais, ou a DRT padrão leva a sintomas incômodos, por exemplo, discinesia, mas também distúrbios de controle de impulsos.</p> 2024-01-26T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2453 Fatores associados à recidiva do câncer de endométrio: uma revisão de literatura 2024-01-26T14:11:21+00:00 Maria Clara de Paula Caetano [email protected] Mateus Rodrigues Linhares [email protected] Laura Toledo Lopes [email protected] Kethleen Sunamita Dias Oliveira [email protected] Bruna Tainah Ruy [email protected] Mayra Martins Barbosa de Moura [email protected] Lucas Nasciutti Curado de Castro [email protected] Maria Eduarda Dantas dos Santos [email protected] Isabella Cesar Carrijo [email protected] Amanda Karoline Almeida Alves [email protected] Haroldo de Sousa Cunha Júnior [email protected] Rafaela Aparecida de Oliveira Alves [email protected] Luma Rolla Santana [email protected] Caio Bueno Vieira [email protected] Lara Alaó Domingues [email protected] Luisa Moraes Medeiros [email protected] Maria Júlia Terra de Oliveira [email protected] Yasmim Caroline de Araújo Rolim [email protected] Gabriela Lopes Dutra [email protected] Thiago Pugliesi Huss [email protected] <p>O câncer endometrial (CE) é o sexto câncer mais comum em mulheres em todo o mundo e o tumor mais comum do trato genital feminino, com uma incidência mundial crescente, e estimativa de mais de 417.000 casos em 2024. Acredita-se que isso seja consequência do aumento da expectativa de vida das populações e de uma maior prevalência geral de obesidade e síndromes metabólicas. Porém, ao contrário de muitas outras doenças malignas, a mortalidade por CE também tem aumentado, estando diretamente associada à presença de fatores prognósticos fracos, que impulsionam a recorrência do tumor. Em relação aos fatores prognósticos, no CE incluem o grau tumoral, subtipo histológico, profundidade da invasão miometrial, envolvimento cervical, tamanho do tumor, invasão do espaço linfovascular (LVSI) e status do linfonodo. Dessa forma, com o crescente corpo de literatura sobre os fatores associados à recidiva do câncer de endométrio, foi possível a realização de uma revisão integrativa de literatura por meio da plataforma pubmed, com seleção e análise criteriosa dos artigos, a fim de revisar e analisar as evidências atuais sobre o que poderia estar associado ao aumento do risco de retorno do CE. Nesta revisão foi identificado que a escolha do tratamento medicamentoso com progesterona, fatores hormonais, tais como obesidade, Síndrome do Ovário Policístico (SOP), aumento da resistência periférica à insulina estão relacionados ao aumento do risco de recidiva. Ademais, o tamanho do tumor &gt; 20mm, profundidade de IM (&gt;50%), invasão do espaço linfovascular (LVSI), grau e metástase linfonodal (LNM) e a presença de determinados biomarcadores como receptor de estrogênio (ESR1), supressor de tumor TP53 e proteína epididídia humana 4 (HE4 ou WFDC2), podem estar relacionados a recorrência e sobrevida global dos pacientes com CE. Entretanto, a análise dos estudos demonstra que há presença de fatores importantes a serem considerados para melhor avaliação prognóstica desses pacientes, mas os fatores conceituais, metodológicos e analíticos críticos precisam ser melhorados em pesquisas adicionais para uma melhor análise de dados.</p> 2024-01-26T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2456 EVALI: consequências do cigarro eletrônico 2024-01-26T14:39:02+00:00 Arthur Vinicios Araújo de Souza [email protected] Mateus Rodrigues Linhares [email protected] Philipe de Pina Araujo [email protected] Leonardo Ferreira Pucci [email protected] Gabriel Dimas Rodrigues Figueiredo [email protected] Aline Fernandes Vieira [email protected] Hilal Basel Jalal [email protected] Kaio Alexandre da Silva Carvalho [email protected] Natalia Quaresma de Souza [email protected] Bárbara Freitas de Brito [email protected] Thiago Ferreira Mamede [email protected] Brandon Andrade de Moreira [email protected] Ana Luysa Rosa de Sá [email protected] Rodrigo Góes de Oliveira Galvão [email protected] Natália Lopes de Siqueira Campos [email protected] Alexandra Cau Ferreira [email protected] Leonardo Scandolara Junior [email protected] Renato Moraes Ferreira [email protected] Kethleen Sunamita Dias Oliveira [email protected] Artur Afonso Rosa [email protected] <p class="Dadosautores"><span style="letter-spacing: -.2pt;">A ascensão dos cigarros eletrônicos, também conhecidos como vaporizadores ou vapes, tem sido notável nas últimas décadas. Esses dispositivos foram inicialmente introduzidos como alternativas aparentemente mais seguras ao tabagismo tradicional, oferecendo uma maneira de satisfazer a nicotina sem os efeitos prejudiciais associados à queima de tabaco. Vários fatores contribuíram para a crescente popularidade dos cigarros eletrônicos, variando desde a percepção de menor risco até mesmo o aspecto social e cultural. Porém muitos se esqueceram que o fator risco conhecido como tabagismo é uma das causas para doenças cardiovasculares e pulmonares. Os cigarros eletrónicos são utilizados por milhões de pessoas em todo o mundo, especialmente pelos mais jovens. Em 2021, 48% dos canadenses com idade entre 20 e 24 anos e 29% daqueles com idade entre 15 e 19 anos relataram já ter usado cigarros eletrônicos, enquanto apenas 13% dos adultos com 25 anos ou mais relataram ter feito isso. Nos Estados Unidos em 2019 o surto de lesões pulmonares associadas ao uso de cigarros eletrônicos ou produtos de vaporização levou a mais de 2.800 hospitalizações, onde destacou os riscos dos cigarros eletrônicos e dos produtos de vaporização. No momento, todos os cigarros eletrônicos são regulamentados como produtos de tabaco, o que significa que não estão sujeitos a estudos de segurança pré-comercialização em animais e humanos, como exigido para medicamentos ou dispositivos médicos. Essa classificação implica que os cigarros eletrônicos estão sujeitos a regulamentações específicas relacionadas ao tabaco, e não necessariamente aos rigorosos processos de aprovação de outros produtos destinados à saúde. A lesão pulmonar aguda relacionada ao uso de cigarro eletrônico ou vaping (EVALI) descrita pela primeira vez em 2019, é um espectro de padrões radiográficos e histológicos consistentes com lesão pulmonar aguda a subaguda, sendo uma consequência grave da vaporização. É oportuno, portanto, rever as implicações a curto prazo e especialmente a longo prazo dos cigarros eletrónicos e dos produtos de vaporização na saúde cardiopulmonar. Realizou-se uma revisão sistemática de literatura por meio da plataforma pubmed, com seleção e análise criteriosa dos artigos, a fim de elucidar o EVALI e as consequências mediantes o uso do E-cigarro. Nesta revisão foi identificado que existem limitações na literatura mundial sobre o devido tema, por poucas evidências que apoiem intervenções eficazes para a cessação do vaping e por estar afetando globalmente os adultos jovens e jovens. Notou-se que o EVALI é um diagnóstico de exclusão e, por isso, leva vários dias para que outras etiologias sejam descartadas. Foi observado na análise da literatura que as evidências moleculares e clínicas iniciais sugerem vários efeitos fisiológicos agudos dos sistemas eletrônicos de distribuição de nicotina, particularmente aqueles que contêm nicotina. Os recentes estudos demonstram que além de causarem o EVALI, o sistema eletrônico de entrega de nicotina (ENDS) prejudica a dilatação mediada pelo endotélio na periferia, sugerindo uma biodisponibilidade reduzida de óxido nítrico. Evidências emergentes sugerem que os solventes de nicotina propilenoglicol e glicerol têm efeitos cardiopulmonares, onde sistemicamente podem levar à acidose metabólica, lesão renal aguda e síndrome semelhante à sepse. E pra soma com a grande mistura de componentes, os aditivos aromatizantes possuem toxicidades diferentes, mas são provavelmente uma fonte importante de toxicidade cardiopulmonar induzida por ENDS. Adoçantes como glicose e sacarose são comumente usados em e-líquidos e contribuem para a formação de aldeídos reativos. Dessa forma, a análise busca contribuir para um entendimento mais aprofundado das complicações no contexto global dos cigarros eletrônicos.</span></p> 2024-01-26T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2479 Tratamento da neurocisticercose via cirurgia minimamente invasiva: análise da literatura 2024-01-26T19:51:40+00:00 Arthur Vinicios Araújo de Souza [email protected] Mateus Rodrigues Linhares [email protected] Philipe de Pina Araujo [email protected] Renata Alcanfor Concentino [email protected] Renato Moraes Ferreira [email protected] Leonardo Ferreira Pucci [email protected] Fernanda Garzedim Santos de Abreu [email protected] Renan Marques Dias de Sousa [email protected] Muhamad Kalid Jalal [email protected] Thiago Ferreira Mamede [email protected] Brandon Andrade de Moreira [email protected] Ana Luysa Rosa de Sá [email protected] Rodrigo Góes de Oliveira Galvão [email protected] Alisson Matheus Batista Pereira [email protected] Beatriz Alves Lima [email protected] Bruna Alves Lima [email protected] Kethleen Sunamita Dias Oliveira [email protected] Jocelino Antônio Laranjeiras Neto [email protected] Caroline Vianna Maciel [email protected] Artur Afonso Rosa [email protected] Aline Fernandes Vieira [email protected] <p>A neurocisticercose (NCC) é uma doença&nbsp; resultante da ingestão dos ovos da Taenia solium. Uma vez eclodidos, esses ovos podem percorrer a corrente sanguínea e se alojar no tecido cerebral, desencadeando sintomas como convulsões, hidrocefalia e, em casos mais graves, resultando em óbito. Além disso, cistos podem ser localizados em regiões fora do tecido cerebral principal, incluindo o quarto ventrículo. O diagnóstico da NCC tem sido um desafio global devido à carência de exames histopatológicos conclusivos, achados clínicos e de imagem atípicos, bem como à baixa sensibilidade e especificidade dos testes imunológicos. Nesse contexto, a neuroimagem desempenha um papel crucial no diagnóstico da NCC, representando a principal ferramenta para identificar a presença e estágio da doença. Realizou-se uma revisão sistemática de literatura por meio da plataforma pubmed, com seleção e análise criteriosa dos artigos, a fim de elucidar o tratamento e pós-operatório na modalidade terapêutica da neurocisticercose. Nesta revisão foi identificado que existem limitações na literatura mundial sobre o devido tema, por falta de diagnósticos definitivos em países sub e em desenvolvimento e pela complexidade e latência da doença. Notou-se que os tratamentos que existe algumas variações terapêuticas, sendo: O padrão atual de tratamento da neurocisticercose intraventricular (NIV) é a derivação liquórica de emergência com ou sem excisão microcirúrgica do cisto, seja por corredores transcorticais ou transcalosos e utilizando a depender da necessidade os anti-helmínticos, esteroides e antiepilépticos. Foi observado na análise da literatura que a medicação anti-helmíntica pode ser eficaz, mas é demorada e nem sempre resolve o problema, especialmente em casos de hidrocefalia. A derivação do LCR é frequentemente necessária para tratar a hidrocefalia, mas apresenta uma alta taxa de falha e pode requerer revisões. A endoscopia é uma opção, mas pode ser arriscada em casos de cistos aderentes e pode precisar ser convertida para uma craniotomia aberta. A craniotomia (CPQ) envolve a remoção cirúrgica do cisto e é frequentemente recomendada, especialmente em casos intraventriculares. Foi observado aumento de procedimentos minimamente invasivos devido aos seus benefícios de poupar estruturas saudáveis durante o procedimento, principalmente em NCC intraventricular. A análise busca contribuir para um entendimento mais aprofundado dos benefícios e desafios do tratamento no contexto da neurocisticercose.</p> 2024-01-26T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2502 O uso sublingual dos Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina (IECA): uma revisão de literatura 2024-01-29T13:20:07+00:00 Mateus Rodrigues Linhares [email protected] Arthur Vinicios Araújo de Souza [email protected] Carina da Silva Rocha [email protected] Philipe de Pina Araujo [email protected] Thiago Ferreira Mamede [email protected] Beatriz Dias Oliveira [email protected] Leonardo Ferreira Pucci [email protected] Brandon Andrade de Moreira [email protected] Bárbara Freitas de Brito [email protected] Jocelino Antônio Laranjeiras Neto [email protected] Marcelo Jorge de Castro Lima [email protected] Monique Reinert Diesel [email protected] Wallace da Silva Gomes [email protected] Hilal Basel Jalal [email protected] Celso Edgar Dornelas Braga Júnior [email protected] Pedro Borges Cardoso [email protected] Gabriel Dimas Rodrigues Figueiredo [email protected] Leonardo Scandolara Junior [email protected] Rodrigo Góes de Oliveira Galvão [email protected] Natália Lopes de Siqueira Campos [email protected] <p>A hipertensão arterial é definida como a pressão arterial sistólica ≥ 140 mmHg ou pressão arterial diastólica ≥ 90 mmHg. Já a crise hipertensiva, definida como níveis de pressão arterial sistólica &gt;180 mmHg e/ou níveis de pressão arterial diastólica &gt;120 mmHg, é uma condição caracterizada pela elevação sintomática rápida e inadequada da pressão arterial (PA), comumente observada em serviços de emergência. Contudo, sabe-se que aproximadamente 80% dos adultos com hipertensão têm recomendação para tratamento, que inclui modificação do estilo de vida e administração de diuréticos, inibidores da enzima conversora da angiotensina (IECA), bloqueadores dos receptores de angiotensina (BRA) e bloqueadores dos canais de cálcio, mas apenas cerca de 50% deles recebe assistência adequada, e o objetivo do tratamento de pacientes com crise hipertensiva é interromper a lesão de órgãos-alvo. Dessa forma, com o crescente corpo de literatura sobre o uso sublingual dos inibidores da enzima conversora de angiotensina, as consequências para o paciente e a comparação com o tratamento oral, foi possível a realização de uma revisão integrativa de literatura por meio da plataforma pubmed, com seleção e análise criteriosa dos artigos, a fim de revisar e analisar as evidências atuais sobre o uso sublingual de IECA e suas consequências para os pacientes. Nesta revisão foi identificado que tanto o tratamento com captopril sublingual como com outros anti-hipertensivos parenterais e orais são igualmente seguras e eficientes no tratamento de pacientes com urgência hipertensiva, mas no tratamento corriqueiro da hipertensão arterial, fora de crise, prefere-se inibidores da enzima conversora de angiotensina por via oral. Ademais, o captopril sublingual está relacionado ao surgimento de angioedema da língua e orofaringe, que é uma reação adversa rara e potencialmente fatal. Outro ponto importante encontrado é que a diminuição da PAS, da PAD e da PAM em 10 minutos foi mais proeminente no grupo do captopril sublingual. No estudo, descobriu-se que o captopril sublingual diminui a PA de forma mais eficiente nos primeiros 30 minutos, mas essa diferença se igualou aos 60 minutos, não existindo superioridade.</p> 2024-01-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2508 As implicações do uso concomitante de ceftriaxone e cálcio: uma revisão de literatura 2024-01-29T18:57:12+00:00 Mateus Rodrigues Linhares [email protected] Arthur Vinicios Araújo de Souza [email protected] Carina da Silva Rocha [email protected] Philipe de Pina Araujo [email protected] Thiago Ferreira Mamede [email protected] Giovanna Lopes do Espírito Santo [email protected] Caroline Vianna Maciel [email protected] Beatriz Dias Oliveira [email protected] Leonardo Ferreira Pucci [email protected] Brandon Andrade de Moreira [email protected] Renata Alcanfor Concentino [email protected] Clarice Rodrigues Teodoro [email protected] Riad Kalid Jalal [email protected] Ana Luysa Rosa de Sá [email protected] Rodrigo Góes de Oliveira Galvão [email protected] Emanuely Gambarato Dias Carvalho [email protected] Nicolle Kelly da Cruz Souza [email protected] Bruno Henrique Faria Cardoso [email protected] Kaique Ribeiro Silva e Fonseca [email protected] Ingrid Borges Cassimiro [email protected] <p class="Dadosautores">Os medicamentos intravenosos são frequentemente co-administrados na mesma linha de cateter intravenoso, devido ao qual podem ocorrer problemas de compatibilidade, como processos complexos de precipitação na linha de cateter. Um exemplo bem conhecido que levou a várias mortes é a precipitação devido à coadministração de soluções contendo ceftriaxona e cálcio. Assim, a incompatibilidade em ambientes hospitalares ocorre frequentemente e as consequências podem ser graves e inaceitáveis, como ocorre na administração concomitante do antibiótico ceftriaxona com produtos contendo cálcio. Essa coadministração levou à formação de precipitados sólidos que foram detectados nos leitos vasculares. Dessa forma, com o crescente corpo de literatura sobre o uso simultâneo de ceftriaxona e cálcio causando problemas sérios aos pacientes, foi possível a realização de uma revisão integrativa de literatura por meio da plataforma pubmed, com seleção e análise criteriosa dos artigos, a fim de revisar e analisar as evidências atuais sobre esse uso concomitante de ceftriaxona e soros contendo cálcio, e suas consequências para os pacientes. Nesta revisão foi identificado que o uso concomitante de ceftriaxona e cálcio, como soro ringer lactato leva a diversas implicações devido a cristalização dos cristais de cálcio. Assim, dentre as complicações tem-se a urolitíase induzida, que está associada a um alto risco de lesão renal aguda (LRA), o inflamassoma mediado por NLRP3 e a lesão por estresse oxidativo, que foram de grande importância na patogênese. Assim sendo, os estudos mostraram que desenvolveram uma nefropatia por cristais de cálcio com ceftriaxona, com desenvolvimento de insuficiência renal e morte. Portanto, é importante identificar a composição de um precipitado em uma combinação de múltiplos medicamentos para fornecer informações sobre qual medicamento não chegou ao paciente ou possivelmente chegou ao paciente em sua forma inativa e/ou precipitada e para sugerir como a combinação de medicamentos deve ser idealmente administrada.</p> 2024-01-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2595 Corioangioma e seguimento clínico em uma maternidade terciária do estado do Ceará – relato de caso 2024-02-05T12:20:51+00:00 Luise Vasconcelos Paula Pessoa Dias [email protected] Emerson Batista da Silva Santos [email protected] Henry Wong Vela [email protected] <p>O corioangioma é o tumor vascular não trofoblástico mais comum da placenta, com incidência estimada em 1%. Embora sua etiologia precisa não tenha sido completamente elucidada, acredita-se que seja o resultado da proliferação anormal de vasos em vários estágios de diferenciação no estroma fibroso decorrente do tecido coriônico. (7) Mesmo quando detectados, os pequenos corioangiomas tendem a ser assintomáticos e não complicam a progressão da gestação. Considera-se um corioangioma gigante quando apresenta diâmetro maior que 4 a 5 cm. Estes são diagnosticados em imagens de ultrassonografia e estima-se que a taxa de prevalência varie de 1 caso para 9 mil a 50 mil gestações a depender da população. À ultrassonografia, se apresenta como um tumor oval ou arredondado, liso e hipoecoico que se projeta na cavidade amniótica. Corioangiomas gigantes, especialmente aqueles localizados adjacentes à inserção do cordão na placenta, têm sido associados a aumento significativo de graves complicações gestacionais. (2)&nbsp; Neste trabalho, foram avaliados métodos de rastreio, diagnóstico e seguimento do corioangioma gigante e suas complicações, incluindo tratamento e acompanhamento fetal e materno durante a gestação.</p> 2024-01-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2668 Gravidez ectópica cervical: relato de caso clínico e tratamento conservador em hospital terciário 2024-02-09T11:46:10+00:00 Sophia Gaspar Carvalho da Silva Vieira Trévia [email protected] Emerson Batista da Silva Santos [email protected] <p class="Dadosautores">A gravidez ectópica cervical é uma localização rara de uma fixação inadequada do embrião, sendo encontrada em menos de 1% de todas as gestações ectópicas. Sendo uma patologia incomum, o seu tratamento vem sendo discutido em literatura com objetivo de melhorar a segurança para a paciente e, também, visando a manutenção da sua fertilidade. Neste trabalho, foram avaliadas a apresentação clínica e tratamento da gravidez ectópica cervical e seus desfechos. Paciente sexo feminino, primigesta, 25 anos, internada em contexto de uma gestação ectópica cervical, visualizada em ultrassonografia transvaginal, saco gestacional em colo uterino e aumentado fluxo ao doppler localmente. Realizou tratamento conservador com metotrexato em múltiplas doses e evoluiu com queda do BHCG conforme o passar dos dias. Desta forma, realizou segunda modalidade terapêutica (dilatação e curetagem de colo uterino). Além de alguns efeitos colaterais inerentes a medicação utilizada, a paciente experimentou um quadro de hemorragia, porém controlada, durante o procedimento cirúrgico. Com isso, após apresentou quedas consecutivas e mais expressivas do BHCG sérico. Haventados possíveis fatores de risco para a patologia em questão, nesse caso, como síndrome dos ovários policísticos e doenças como endometriose ou adenomiose, porém, sem comprovações robustas além da anamnese. Ainda, discute-se a possibilidade de realização de procedimentos pré e intra-operatórios que são apresentados em literatura para prevenção de hemorragia na curetagem uterina em gestações ectópicas cervicais. O tratamento conservador nesses casos, vem se demonstrando cada vez mais com resultados favoráveis e, principalmente, melhor assegurando a segurança e a fertilidade das pacientes. Com isso, tem-se visto menor necessidade de intervenções cirúrgicas radicais, como a histerectomia. Entretanto, frente a raridade da patologia, encontra-se dificuldade no embasamento científico no tratamento dessas pacientes, demonstrando uma necessidade de pesquisas no referente assunto, principalmente no que tange o diagnóstico (critérios clínicos e ultrassonográficos) e o tratamento adequado para cada caso.</p> 2024-02-09T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2770 Bloqueio atrioventricular total fetal e seu manejo clínico em uma maternidade terciária do Ceará – relato de caso 2024-02-20T11:43:27+00:00 Thays Martins de Sousa Duarte [email protected] Henry Wong Vela [email protected] Emerson Batista da Silva Santos [email protected] Jéssica Feitosa Cavalcante [email protected] José de Araújo Feitosa Neto [email protected] Luise Vasconcelos Paula Pessoa Dias [email protected] <p>O bloqueio atrioventricular total (BAVT) congênito é a principal bradiarritmia no Brasil, estando presente, em média, a cada 1:20 mil nascidos vivos,&nbsp; podendo estar relacionado a processos imunológicos e não imunológicos. No BAVT ocorre dissociação completa entre os átrios e os ventrículos pela ausência de condução átrio-ventricular e a frequência ventricular é tipicamente de 50 a 80 bpm, podendo ter como complicações mais graves a insuficiência cardíaca e a hidropsia fetal. O diagnóstico deve ser preferencialmente intrauterino através de ultrassonografia e ecocardiografia fetal e o tratamento depende da etiologia, da presença de descompensação hemodinâmica fetal e do valor da frequência ventricular. Neste trabalho, foram avaliadas a fisiopatologia do BAVT, suas complicações, seu manejo, tratamento e acompanhamento fetal durante a gestação.</p> 2024-02-20T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2851 Relato de caso atípico de Doença de Zuska – Metaplasia Es-camosa de Ductos lactíferos 2024-02-24T17:57:46+00:00 Francine Cordeiro Lóta [email protected] Louise Fátima Gomes de Almeida [email protected] Amanda Priscilla de Oliveira Silva [email protected] Vitor Cassiano Alburqueque Maiolo [email protected] Ana Helena Pereira Correia Carneiro [email protected] Maria Célia Resende Djahjah [email protected] <p>A doença de Zuska (DZ) ou metaplasia escamosa dos ductos lactíferos (SMOLD) é um processo inflamatório na porção central da mama, devido à oclusão de um ducto anormal, através da descamação epitelial. Os principais fatores de risco são tabagismo (90%) (1), obesidade, trauma, diabetes mellitus (DM), procedimentos iatrogênicos e imunossupressão (2). Apresentamos uma paciente de 56 anos, com quadro clínico de fístula cutânea na mama esquerda, com ressecção dos ductos principais e laudo histopatológico de DZ. Nosso caso retrata uma paciente não tabagista, o que configura um caso raro, devido à ausência desse fator de risco importante para DZ. Esse fato atípico pode ser justificado, em menor prevalência, por possuir DM e pelo tratamento para sarcoidose com imunossupressores. Os achados clínicos e radiológicos são inespecíficos. Nosso objetivo é demonstrar a importância do estudo da imagem, como mamografia (MMG) e ultrassonografia (USG), que pode auxiliar nos diagnósticos diferenciais e de exclusão da DZ, para descartar, principalmente, as causas neoplásicas da mama.</p> 2024-02-23T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2852 Gastroplastia endoscópica como alternativa à cirurgia bariátrica: uma revisão abrangente de literatura 2024-02-24T17:57:47+00:00 Mateus Rodrigues Linhares [email protected] Maria Clara de Paula Caetano [email protected] Gabriella Mendonça Leão de Oliveira [email protected] Ahmad Abdallah Hilal Nasser [email protected] Jalal Basel Jalal Hilal [email protected] Pedro Lucas Pereira Matos [email protected] Helen Machado Jaime [email protected] Diego Ferreira Santana [email protected] Michelly Sayuri Andrade [email protected] Maria Ligia Teles Borsio [email protected] Luiza Firveda Freitas [email protected] Carolina Santos Ugrinovich [email protected] Mariana Mercadante Andreoti [email protected] Camila Alves Messac [email protected] Renato de Freitas Farias [email protected] Walker Stefany Cordeiro Costa [email protected] Jamyli Assef Nunes Poggiali Gasparoni [email protected] Márcio Thadeu Assef Nunes Poggiali Gasparoni [email protected] <p>O número de indivíduos obesos está aumentando continuamente, tornando a obesidade um sério problema de saúde pública no presente e no futuro. Dessa maneira, a cirurgia bariátrica oferece uma solução eficaz para muitos pacientes, mas os recursos não são suficientes para conduzir programas cirúrgicos em toda a população. Além disso, a cirurgia não é reversível, tem riscos processuais imanentes, nem todos os pacientes estão dispostos e, para alguns deles, pode ser um tratamento excessivo. Por conseguinte, vários procedimentos endoscópicos surgiram para fechar a lacuna entre a terapia conservadora e a cirurgia bariátrica, ganhando aceitação como mais eficaz do que medidas de dieta e estilo de vida e menos invasiva do que a cirurgia bariátrica. Dessa forma, com o crescente corpo de literatura sobre a gastroplastia endoscópica como uma alternativa a realização de cirurgia bariátrica, foi possível a realização de uma revisão integrativa de literatura por meio da plataforma pubmed, com seleção e análise criteriosa dos artigos, a fim de revisar e analisar as evidências atuais sobre a gastroplastia endoscópica, cirurgia bariátrica e as vantagens de uma em relação a outra. Nesta revisão foi identificado que a gastroplastia endoscópica se caracteriza como uma opção intermediária para o tratamento da obesidade, não tão conservadora quanto os tratamentos farmacológicos e de modificações do estilo de vida, nem tão radical quanto às cirurgias bariátricas. Essa técnica apresenta uma incidência muito menor de complicações, antes, durante e após o procedimento, e quando presente é de fácil controle, melhorando apenas com o tratamento sintomático. Ademais, observou-se uma diminuição na taxa de complicações e no tempo total do procedimento com o progresso dos estudos individuais, sugerindo uma curva de aprendizado associada à técnica. Entretanto, até agora, a experiência com as técnicas endoscópicas é pequena, mas promissora, pois a baixa taxa de complicações com eficácia clínica comparável em alcançar e manter a perda de peso desejada torna-o uma opção atraente a ser considerada entre outras terapias bariátricas. Portanto, o manejo do ganho de peso após cirurgia bariátrica primária é interessante ser feito de tratamento médico e/ou revisão endoscópica, que requer uma abordagem multidisciplinar, na qual oferece diversas opções de tratamento, desde abordagens menos invasivas até técnicas de sutura endoscópica de espessura total.</p> 2024-02-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2853 A Síndrome de Dumping e sua relação com a cirurgia bariátrica: uma revisão de literatura 2024-02-24T17:57:47+00:00 Mateus Rodrigues Linhares [email protected] Maria Clara de Paula Caetano [email protected] Dúnia Shadi Riad Hilal Naser [email protected] Jalal Basel Jalal Hilal [email protected] Laura Toledo Lopes [email protected] Pedro Lucas Pereira Matos [email protected] Diego Ferreira Santana [email protected] Isabella Nepomuceno Soares [email protected] Julia Triaca Bez [email protected] Renato de Freitas Farias [email protected] Walker Stefany Cordeiro Costa [email protected] Andressa Brandão do Couto Braga [email protected] Michel Ifko Decanini [email protected] Fernanda de Oliveira [email protected] Gabriel Osaki Queiroz Urzedo [email protected] Petra Nickole Noronha de Brito Pimentel [email protected] Maria Julia Gama Winther de Araujo [email protected] <p>A obesidade é uma epidemia global e um dos principais problemas de saúde nos Estados Unidos e em todo o mundo. Assim, a cirurgia bariátrica (CB) é hoje a terapia mais eficaz para induzir perda de peso a longo prazo e para reduzir a carga de comorbidades e mortalidade em pacientes com obesidade grave, tendo sido recomendada pelas diretrizes atuais de obesidade de acordo com os níveis do índice de massa corporal (IMC) e doenças associadas à obesidade. Contudo, foi observado que qualquer cirurgia de grande porte, incluindo a cirurgia bariátrica, envolve o potencial de complicações, e os médicos precisam estar preparados para reconhecer tais complicações após a cirurgia. Uma complicação que tem se tornado cada vez mais reconhecida em pacientes pós-cirurgia bariátrica é o desenvolvimento de síndrome de dumping (SD), que devido a alteração da anatomia e inervação gastrointestinal, permite que uma quantidade considerável de alimentos não digeridos chegue ao intestino delgado demasiado rapidamente, causando a sintomatologia típica dessa síndrome. Dessa forma, com o crescente corpo de literatura sobre a síndrome de dumping e sua relação com a realização de cirurgia bariátrica, foi possível a realização de uma revisão integrativa de literatura por meio da plataforma pubmed, com seleção e análise criteriosa dos artigos, a fim de revisar e analisar as evidências atuais sobre o impacto da cirurgia bariátrica nos paciente, como o desenvolvimento da SD. Nesta revisão foi identificado que Síndrome de Dumping é uma complicação prevalente, mas provavelmente pouco reconhecida, da cirurgia esofágica e gástrica, incluindo intervenções bariátricas. Atualmente, não existem diretrizes estabelecidas sobre o seu diagnóstico e tratamento, dessa forma, pacientes e profissionais de saúde podem se beneficiar sabendo que, embora o autorrelato de efeitos colaterais gastrointestinais seja relativamente comum, episódios de dumping, vômito e plenitude gástrica são relativamente raros durante os primeiros 6 meses após as cirurgias bariátricas. Portanto, a ideia de que a SD induz mudanças na preferência alimentar é improvável, pois a maioria dos pacientes com dumping grave ainda relata que aprenderam a consumir apenas pequenas quantidades que não causam sintomas viscerais negativos ou a consumir doces à noite, antes de dormir, evitando assim, a sintomatologia dessa síndrome. Logo, o dumping pode ser considerado uma sequela positiva e não uma complicação.</p> 2024-02-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2854 A relação entre a terapia hormonal e o surgimento do câncer de mama: uma análise de literatura 2024-02-24T17:57:48+00:00 Maria Clara de Paula Caetano [email protected] Dúnia Shadi Riad Hilal Naser [email protected] Gabriella Mendonça Leão de Oliveira [email protected] Diego Ferreira Santana [email protected] Ahmad Abdallah Hilal Nasser [email protected] Helen Machado Jaime [email protected] Michelly Sayuri Andrade [email protected] Luara Couto Barboza [email protected] Maria Júlia Cardoso Marques [email protected] Maria Ligia Teles Borsio [email protected] Luiza Firveda Freitas [email protected] Carolina Santos Ugrinovich [email protected] Mariana Mercadante Andreoti [email protected] Camila Alves Messac [email protected] Brendha Campos Fernandes [email protected] Isabella Nepomuceno Soares [email protected] Ingrid Barabach Marques [email protected] Eduarda Emilly Silva Costa [email protected] <p>A longevidade está aumentando em todo o mundo para as mulheres, e até 2050 são projetadas 1,6 bilhão de mulheres com 50 anos ou mais. A privação de estrogênio após o status da menopausa pode impactar vários aspectos da saúde e qualidade de vida, determinando sintomas vasomotores (VMS), síndrome genitourinária da menopausa (GSM), disfunção cognitiva, distúrbios do sono e alterações no metabolismo ósseo. A terapia de reposição hormonal (TRH) continua sendo o tratamento mais eficaz para esses sintomas, e demonstrou prevenir perda e fratura óssea. Porém, há ainda uma questão não respondida sobre a incidência e o desenvolvimento do câncer de mama, que pode até levar à morte, estão correlacionados com o uso sistemático da terapia hormonal com estrogênio ou o uso de terapia combinada de estrogênio e progestágenos durante a menopausa. Dessa forma, com o crescente corpo de literatura sobre a relação entre a terapia hormonal e o surgimento do câncer de mama, foi possível a realização de uma revisão integrativa de literatura por meio da plataforma pubmed, com seleção e análise criteriosa dos artigos, a fim de revisar e analisar as evidências atuais sobre o a relação entre TRH e o câncer de mama. Nesta revisão foi identificado que o CA de mama é causado por uma interação complexa de fatores modificáveis, não modificáveis e desconhecidos, dentre eles a TRH e suas característica como: idade de início e duração da reposição, a escolha da monoterapia ou terapia combinada, indicação e contraindicação para tal. Em relação a terapia hotmail, o risco foi diretamente proporcional à duração do uso e a escolha do hormônio utilizado, aumentando à medida que a idade da mulher aumenta, e a administração da terapia hormonal deve ser feita até os 59 anos de idade ou nos primeiros dez anos da menopausa. Portanto, conclui-se que o câncer de mama é causado por uma interação complexa de vários fatores modificáveis e não modificáveis e de modo geral, a terapia hormonal combinada foi associada a um risco aumentado de câncer de mama, porém existem vários dados complexos que precisam ser interpretados.&nbsp;</p> 2024-02-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2024 https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/shs/article/view/2110 Editorial 2023-12-28T13:37:01+00:00 Barbara Bonfim [email protected] <p> </p> <p> </p> 2023-12-28T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023