STUDIES IN ENVIRONMENTAL AND ANIMAL SCIENCES https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/seas <p>The <strong>STUDIES IN ENVIRONMENTAL AND ANIMAL SCIENCES (SEAS)</strong> journal is a publication aimed at disseminating scientific knowledge in the areas of <strong>Environmental and Animal Science.</strong></p> <p>SEAS accepts contributions written in <strong>Portuguese, English,</strong> or <strong>Spanish</strong>.</p> <p>DOI Prefix of SEAS: <strong>10.54020</strong></p> <p>ISSN: <strong>2764-0760</strong></p> <p>Knowledge Area: <strong>Environmental and Animal Science</strong></p> Profa. Barbara Bonfim, MSc. en-US STUDIES IN ENVIRONMENTAL AND ANIMAL SCIENCES 2764-0760 Editorial https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/seas/article/view/2175 <p>.</p> Barbara Bonfim Copyright (c) 2024 2024-01-02 2024-01-02 5 1 01 01 Exigência de lisina digestível de frangos de corte machos de 1 a 21 dias de idade https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/seas/article/view/3029 <p>O objetivo deste estudo foi determinar a exigência de lisina digestível para frangos de corte machos sob as características de desempenho, composição corporal e rendimento de carcaça dos animais, de 1 a 21 dias de idade. As dietas diferiram quanto aos níveis de lisina digestível, mantendo-se a relação dos demais aminoácidos com a lisina. Foram utilizados seis níveis de lisina digestível: 1,03; 1,13; 1,23; 1,32; 1,42; e 1,52%. Distribuídos em 36 unidades experimentais de 36 aves cada, 1296 animais da linhagem Cobb – 500® tiveram as seguintes características de desempenho avaliadas: consumo de ração (CR), peso corporal (PC), ganho de peso (GP), conversão alimentar (CA) e viabilidade criatória (VC). Aos 21 dias de idade, foram selecionadas ao acaso cinco aves para avaliação do rendimento de carcaça, e duas para avaliação da composição corporal. Os dados foram submetidos à análise de variância, e havendo diferenças significativas as médias foram comparadas pelo teste de Tukey. A estimativa da exigência de lisina digestível foi realizada utilizando-se modelos de regressão linear ou quadrática. A conversão alimentar foi influenciada, sendo sua exigência maior que para ganho de peso (1,328%), com valor de 1,374%. A lisina digestível não influenciou o rendimento de carcaça neste período, porém, apresentou-se diferenças na deposição proteica na carcaça, com melhores níveis à 1,305%. Níveis maiores que as recomendações conhecidas em âmbito nacional de lisina digestível (1,324%) trouxeram benefícios aos animais sobre conversão alimentar e ganho de peso.</p> Vinícius Camargo Caetano Copyright (c) 2024 2024-03-06 2024-03-06 5 1 e3029 e3029 10.54020/seasv5n1-001 Complexo Sporothrix schenckii em felinos: sintomatologia clínica, controle e a prevenção https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/seas/article/view/3064 <p>A esporotricose é uma doença fúngica infecciosa e crônica, causada por fungos pertencentes ao complexo <em>Sporothrix schenckii</em> que afeta humanos e animais por implantação traumática do fungo na pele. São fungos dimórficos, saprófitos e geofílicos que estão amplamente distribuídos na natureza, principalmente em solos ricos em matéria orgânica, plantas secas, madeira e musgos. Dessa forma, objetivou-se elucidar a sintomatologia clínica da micose causada pelo complexo <em>Sporothrix schenckii</em>, bem como, abordar os principais aspectos que envolvem o seu controle e a sua prevenção. Por meio de um estudo de revisão narrativa da literatura baseada em obras publicadas nas últimas duas décadas. A esporotricose felina é uma micose subcutânea capaz de se apresentar clinicamente como lesões cutâneas múltiplas ou como uma lesão única e, em muitos casos, os gatos podem desenvolver doença sistêmica disseminada. A forma clínica mais comum é caracterizada por múltiplas lesões cutâneas com envolvimento de mucosas, principalmente da nasal. Contudo, é sabido que a doença possui caráter zoonótico e que se tem grande importância no contexto de saúde pública; uma vez que ainda é uma doença negligenciada e necessita de medidas robustas para seu controle.</p> Rubens Barbosa Rezende Copyright (c) 2024 2024-03-08 2024-03-08 5 1 e3064 e3064 10.54020/seasv5n1-002 Armazenamento de sementes de Tabebuia aurea (Silva Manso) Benth. & Hook. F. ex S. Moore https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/seas/article/view/3065 <p>O presente trabalho teve como objetivo avaliar a conservação de sementes de craibeira (<em>Tabebuia aurea </em>(Silva Manso) Benth. &amp; Hook. F. ex S. Moore) em diferentes ambientes de armazenamento e em diferentes embalagens. As sementes de craibeira, oriundas de 20 árvores localizadas na região metropolitana do Recife-PE, após a coleta, foram submetidas à seleção e homogeneização. Estas com 14,94% de água foram acondicionadas nas embalagens saco de papel Kraft, saco de polietileno e em recipiente metálico, em ambiente natural de laboratório (25 °C e 64 % UR), geladeira (5 °C e 49 % UR) e em câmara seca (20 °C e 42 % UR) durante nove meses. O experimento foi instalado em delineamento inteiramente casualizado, em esquema de parcelas subdivididas, com 4 repetições de 25 sementes. A qualidade fisiológica das sementes foi avaliada no início e a cada 30 dias de armazenamento, através da germinação e do vigor (índice de velocidade de germinação (IVG) e comprimento de raiz), determinando-se também o teor de água das sementes. Os resultados permitiram concluir que as sementes se conservaram melhor quando foram acondicionadas em embalagens de papel Kraft ou em recipiente de metálico, em ambiente de câmara seca.</p> Mozart Duarte Barbosa Marco Antônio Amaral Passos Lucélia Vieira Lima Duarte Copyright (c) 2024 2024-03-08 2024-03-08 5 1 e3065 e3065 10.54020/seasv5n1-003